sexta-feira, 30 de abril de 2010

Opinião: Usina Nuclear? Não...

Essa semana lembrei de um documentário que vi na escola há um tempo atrás,sobre o acidente nuclear de Chernobyl . O acidente aconteceu em 1986 e foi considerado o pior acidente nuclear da história, com índice de contaminação mais alto que a da bomba de Hiroshima. Acabei recordando daquelas cenas quando soube de um projeto que está sendo discutido para instalar uma Usina Nuclear em Sergipe. Não sou nenhuma especialista no assunto, mas como cidadã vou logo dizendo que: Sergipe não precisa de uma Usina Nuclear. Aliás, o Brasil não precisa de mais Usinas Nucleares. No Brasil existem 70 Usinas Hidrelétricas, a repontenciação delas pode ser feitas e sairia ainda mais barato do que a construção de novas Usinas Nucleares, oferecendo riscos à população. Então por que não o fazer? Por que insistir nessa idéia de quatro novas usinas sendo que uma delas aqui em Sergipe?

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Mistério do Planeta

Os Novos Baianos
Composição: Galvão - Moraes Moreira

Vou mostrando como sou
E vou sendo como posso,
Jogando meu corpo no mundo,
Andando por todos os cantos
E pela lei natural dos encontros
Eu deixo e recebo um tanto
E passo aos olhos nus
Ou vestidos de lunetas,
Passado, presente,
Participo sendo o mistério do planeta
O tríplice mistério do "stop"
Que eu passo por e sendo ele
No que fica em cada um,
No que sigo o meu caminho
E no ar que fez e assistiu
Abra um parênteses, não esqueça
Que independente disso
Eu não passo de um malandro,
De um moleque do brasil
Que peço e dou esmolas,
Mas ando e penso sempre com mais de um,
Por isso ninguém vê minha sacola

Uma observação

A Globo e sua nova mania. Nomes de filmes como Modern Times (Chaplin) e Vivre sa Vie (Godard) agora dão nomes a novelas da Globo: Tempos Modernos e Viver a Vida.
Lembrando que isso não é uma crítica, apenas uma observação.

Olha...

Do que adianta...
Essa cara amarrada,
Esse sorriso sem graça,
Enquanto lá fora o sol permanece brilhando?
Devia parar, rir mais da vida,
Fugir da rotina, caminhar por ai espantando
O mau humor que quer te consumir!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Aula de Francês

Composição: Tiê e Nathalia Catharina

Aujourd’hui j’ai fais une chanson,
ça c’est très elegant,
un oiseau, como se diz?
Est entré par la fenetrê e parou.
J’appelle pour mon chat:
ou tu veux ou tu veux pas.
Como vai você?
Actuellement, je been travaillé.
La famille jouit d’une bonne santé.
Bonjour madame, s’il vous plaît.
O que você vai querer?
Je veux deux brioches et un café au lait pour la journée. Pois agora j’ai du sommeil.
O que você quer?
Eu sei, je sais.
Laralaralalaralaralarala,
me encontre agora lá na esquina do hotel.
Laralaralalaralaralarala,
moi je serai toujours chez toi.

Entre destino e coincidências

Sempre acreditei em destino, não sei explicar o porquê, mas acredito mais em destino que coincidências. Mas será que de alguma maneira em algum lugar está escrito os próximos acontecimentos de nossas vidas? A vida é mesmo planejada por alguém em algum lugar? Afinal quem é o senhor da nossa estrada, nós mesmos? Tá legal tudo está parecendo uma viajem louca, todas essas perguntas sem resposta nenhuma, fico até meio confusa. Mas afinal essa coisa de destino e coincidências existe?
Acredita-se que coincidência é questão de probabilidade, mas que por outro lado também sofre influência de nossas vontades. É ai onde entra a tal da lei da atração, o poder da mente que atrai as coisas sejam elas boas ou ruins para o nosso redor. Então cuidado ai com o que tu pensas, por favor. Ops! Já aqueles que acreditam em destino, defendem que “Cada um escolhe o seu destino, mas o destino escolhido é irrevogável”...
Em ambas as partes tanto em destino quanto em coincidências somos donos dos acontecimentos. Medo, somos os únicos culpados de todas as coisas desta vida. E se somos nós quem decidimos, quem escolhemos, se somos nós os únicos responsáveis, será que nos agarramos a uma verdade (coincidência ou destino) na intenção de viver em paz, sem duelar com dúvidas, usando do destino ou da coincidência como certeza. “Aconteceu porque devia acontecer, paciência”. Entregando assim a responsabilidade dos acontecimentos de nossa vida a essas “verdades”, encontrando sempre um culpado.
Continuo acreditando em destino, (mas não o culpo por tudo o que me acontece, tadinho). Nessa coisa invisível, esse livro imaginário onde há algo sendo escrito para mim. Não sei explicá-lo, nem sempre tenho uma explicação para as coisas da minha vida, mas procuro sempre por uma, uma resposta.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Do filme : Jules e Jim (O Turbilhão da vida)


O Turbilhão da vida

Ao som do violão
Eles se encontram no salão
Ele sorri de canto
Ela acena com a mão
Eles saem separados
Cada um para um lado.

Ao som do violão
Eles se encontram novamente
Ela vestida de rosa
Ele desejando uma rosa
Pela primeira vez se falam
Ele gagueja, ela ri
E mais uma vez saem separados.

Passou-se muito tempo
Ele esqueceu-se dela,
teve outras mulheres,
perdeu-se entre todas.
Ela viajou o mundo,
se encontrou nele.

Depois de uns anos,
andando na rua,
se esbarraram,
se olharam,
ele sorriu, ela corou.
Tomando coragem, a chamou para um chá,
e partiram juntos.

Continua...